quarta-feira, 4 de março de 2009

BBB - Eu gosto!

Podem dizer o que for a respeito do Big Brother, não nego que assisto e gosto. Se assisto e gosto, lógico, comento também! Que me perdoem aqueles que não gostam, troquem de página por favor!

Eu adoro analisar o comportamento dos seres humanos que habitam aquela casa: são competidores, rivais, estão ali apenas por dinheiro e, mesmo assim, fazem aliados, se dizem amigos, mesmo que algumas vezes não se comportem como tal, participam de um jogo, mas não admitem que os companheiros façam algumas 'jogadas', sabem que a qualquer paredão podem sair e, mesmo assim, fazem ligações profundas com pessoas que estão ali dentro, sem pensar no amanhã. Choram, sorriem, mostram seus corpitcho de biquíni/sunga para as câmeras. Horas fingem, horas são verdadeiros, tudo de acordo com as condições necessárias para ficar mais próximo do milhão.

Existe algo mais real do que isso? São coisas que acontecem todos os dias, do lado de fora da casa, com meros mortais como nós, longe das câmeras, sem todo o glamur das festas temáticas, com Djs famosos e figurino fashion escolhido especialmente pra você! Por isso, não sou contra, assisto e gosto do BBB. Quem nunca teve uma rival que queria roubar seus amigos, usar suas roupas e ser tão linda (o) quanto você? Quem nunca gostou, se apaixonou e amou alguém profundamente em menos de 3 meses? Quem nunca teve uma colega de trabalho que fez de tudo pra você perder seu emprego só pra ela poder encontrar e ocupar seu lugar? Tão banal que nos esquecemos quando assistimos pela TV e não conseguimos ver nada em comum com a vida que levamos. Eu ia escrever sobre os barracos, mas acabei desviando o pensamento pra algo em que eu nunca tinha parado pra pensar.

Enfim, considero o Big Brother um programa em que se analisa o comportamento humano, pelo menos é isso que eu faço, quando assisto. Se prestarmos atenção nas pequenas atitudes que os confinado têm, fica fácil perceber quem está jogando ou não, quem joga sujo ou limpo e definir quem merece ou não ganhar um milhão.

No jogo da vida também é assim, mas ao invés de ganhar um milhão, você define quem merece ou não fazer parte da sua vida e aonde você quer estar ou não. Talvez haja mais valor nisso que dinheiro. Cada um de nós vive uma paredão diário e só seu próprio jogo de cintura e caráter definem se você fica dentro ou fora.

Beijos e uma ótima quarta!

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